Verdade ou ...?

… Foi quando te aventuraste em mim, fazendo-te (a)mar em vagas de desgovernado prazer.
Eu era o deserto que desconhecias oferecendo-te, em desatino, os caminhos de um chão que jamais pensaras pisar.
Na imensidão de um desejo aprendido, te perdeste.
Eu era o deserto que desconhecias oferecendo-te, em desatino, os caminhos de um chão que jamais pensaras pisar.
Na imensidão de um desejo aprendido, te perdeste.
... e me encontraste; estava eu suspensa, esperando-nos, havia (quase) demasiado tempo…
Lda / 1987





2 Comentários:
Aviso-te que não esperei! ;)
"Roubei-te", descaradamente. :D
Beijos, com saudades
Muito bonito. Tudo.
Levo-te.
D.
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