enquanto houve hipoteses de tentar lutar pela manutenção do mercado,nem uma palavra neste e noutros blog se escreveu contra a demolição do mesmo.é como se diz,depois de roubada a casa,trancas na porta.
Não m'oponho ao uso naturalmente adaptado e necessário de K,W e Y ou outra mas, nelsinho, repare que na Notícia de Torto, presumivelmente de princípios do séc XIII e que se tem pelo mais antigo documento em 'língua lusa' conhecido, não aparecem. Por outro lado aparecem K e Y, com frequência, nos Foros de Castelo Rodrigo (fins do séc XIII). Se salientarmos que, neste caso, se trata de documentos propagados por AfonsoIX, de Leão, apetece interrogar de que arroubos ou onde nasce(ra)m os arroubos de que fala.
Os meu comentário anterior remete para, respectivamente -LFLindley Cintra, fusão de textos da edição de 1961 e dos apresentados no XVI Congrasso de Filologia e Linguística Românica, alma de Maiorca,1980 -LFLindley Cintra, A Linguagem dos Foros de Castelo Rodrigo, ed.INCM, Lisboa 1984
Mas o que é interessante é que nas diferentes entrevistas de rua ouvidas na TPA intern'l e na RTP África ninguém sabeo o que vai para o lugar do antigo Mercado do Kinaxixe... E num contacto tido com Luanda alguns por e-mail e outros pelo telefone também manifestaram o seu desconhecimento Abraços eugénio Almeida
5 Comentários:
enquanto houve hipoteses de tentar lutar pela manutenção do mercado,nem uma palavra neste e noutros blog se escreveu contra a demolição do mesmo.é como se diz,depois de roubada a casa,trancas na porta.
Não existe futuro, para quem não preserva o passado...
Não existe passado bom ou passado ruim...Existe passado, impossivel de apagar, mesmo que se queira.
Ao passado bom, dá-se-lhe continuidade, do passado ruim preserva-se a memória e extraem-se lições para o futuro.
As palavras devem sim, conter K, W, Y, para serem autênticas.
Autenticidade que foi indevidamente subtraída da traída língua lusa em arroubos de hiper nacionalismo besta.
Declaro-me totalmente favorável à sua volta.
Não m'oponho ao uso naturalmente adaptado e necessário de K,W e Y ou outra mas, nelsinho, repare que na Notícia de Torto, presumivelmente de princípios do séc XIII e que se tem pelo mais antigo documento em 'língua lusa' conhecido, não aparecem.
Por outro lado aparecem K e Y, com frequência, nos Foros de Castelo Rodrigo (fins do séc XIII).
Se salientarmos que, neste caso, se trata de documentos propagados por AfonsoIX, de Leão, apetece interrogar de que arroubos ou onde nasce(ra)m os arroubos de que fala.
Desculpe o lapso, nelsinho
Os meu comentário anterior remete para, respectivamente
-LFLindley Cintra, fusão de textos da edição de 1961 e dos apresentados no XVI Congrasso de Filologia e Linguística Românica, alma de Maiorca,1980
-LFLindley Cintra, A Linguagem dos Foros de Castelo Rodrigo, ed.INCM, Lisboa 1984
Mas o que é interessante é que nas diferentes entrevistas de rua ouvidas na TPA intern'l e na RTP África ninguém sabeo o que vai para o lugar do antigo Mercado do Kinaxixe...
E num contacto tido com Luanda alguns por e-mail e outros pelo telefone também manifestaram o seu desconhecimento
Abraços
eugénio Almeida
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