Go away!...

De pernas cruzadas, abracei-te sem te sentir.
Insisti, de te gostar.
Passaram-se segundos e eu era já o mar onde o teu rio não desaguaria.
Fui boca enviada de regresso e fui fogueira impotente perante o gelo.
Falhei!
Não soube ser mulher…
Retiro-te a minha mão para que o meu coração não me enlouqueça e me deixe viva; ao menos para te poder ver.
(... e não me amarraste o cabelo com a fita branca…)




2 Comments:
Minha amiga.
Não faz sentido, colocar comentários, nos teus posts indignados sobre coisas que se passam à tua volta. E, não faz sentido, porque sabes que eu estou, estarei sempre de acordo.
A tua alma poética, essa sim merece os meus comentários, apenas para te dizer que me (nos) presenteias com coisas muito belas.É meu privilégio poder partilhá-las.
Um destes dias hei-de fazer um poema sobre isso.
Beijos
Henrique
Henrique: Um beijo.
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