Mãos (des)dadas

Foto: daqui
Às vezes desorganizo-me, mesmo sem me fazer palavras.
Como parecia fácil viver através das mãos.
E como é cru e incómodo o contraste das atitudes, afinal.
Na sua magia única de transformar (quase caprichosamente) a felicidade em noite, descobri o desencontro nas/de mãos dadas.





6 Comentários:
Alarmante seria desencontrar-se de si mesma. Os outros desencontros não passam de operacionalidade; ou logística.
Q'lindas mãos!
Assim até dá gosto falar...
(Hélas!
Pensei que fossem suas. E de um amigo... )
Ahahahaa, caro Pirata
Isto não passa de uma "imagem", no sentido de metáfora. É que o óbvio às vezes cansa, não acha?
Um abraço
De repente lembrei-me de um poema (?), que escrevi em 2004. Aqui vai.
Um dia ela disse-me
Vamos
Não perguntei para onde
Pedi-lhe apenas que colhesse flores
E as levasse
Seguimos estrada fora
De mãos dadas
Sem nada que nos pertencesse.
Apenas as flores
E um futuro para construir.
Tocante, com a beleza da simplicidade.
Obrigada, Ged.
olha aqui
Um beijo
Enviar um comentário
Hiperligações para esta mensagem:
Criar uma hiperligação
<< Página inicial