Irène Tassembedo

Hoje fui visitar a minha amiga Irène. Já tinha saudades de um ambiente de ensaios.
Num intervalo conversamos animadamente sobre a dança em África e as nossas propostas e ideias do que é fazer-se dança africana contemporânea; para que olhares se faz, que material se trabalha, como são os que dançam e os que apreciam. Os nossos pontos de vista coincidem; foi assim desde o início. Falou-me dos seus projectos para o seu país. Uma escola para a formação de bailarinos.
Hoje é a estreia da sua nova peça: "Le Sacre du Tempo". Vou cedo para não perder o transporte.
Às 21.00H no ThéAtre Paul Eluard.
Num intervalo conversamos animadamente sobre a dança em África e as nossas propostas e ideias do que é fazer-se dança africana contemporânea; para que olhares se faz, que material se trabalha, como são os que dançam e os que apreciam. Os nossos pontos de vista coincidem; foi assim desde o início. Falou-me dos seus projectos para o seu país. Uma escola para a formação de bailarinos.
Hoje é a estreia da sua nova peça: "Le Sacre du Tempo". Vou cedo para não perder o transporte.
Às 21.00H no ThéAtre Paul Eluard.
Coreografia: Irène Tassembedo





3 Comentários:
Também posso ir?!... (ah, misère de pobre desgraçado perdido e mal achado num paria que já foi meu'e que me deixou um coração extinguido mas ainda exaltado)
Tenhomuita dificuldade em entender uma intenção que não seja politico-militante, de fazer 'dança moderna africana'. Ou caucasiana ou escandinava...
Uma 'dança moderna' não aguentaria esse anacronismo do desígnio, Ana Clara.
kinveja...
Hoje, dia 13, estou aqui no CDG a caminho de Houston...
Se aindas estahs em Paris, longe demais em tao curta distancia!
Saudades
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