1985-2007

Há sentimentos que não se explicam, não se (d)escrevem, não se percebem. Sentem-se mesmo. Assim, só; na margem.
Profundo, como uma dor que não sai. Intenso como a ansiedade de um reencontro que desmaia em abraço onde tudo se encadeia, se funde. As pernas de dançar ficam sem força e o coração devolve, em desordem, todas as horas de (muitos) anos, (muitos) dias…, de noites inteiras.
Todos estão diferentes, mas os olhos descobrem-nos na transparência frágil de um sorriso distraído.
Na sonata para violoncelo, a vontade de que a vida continue a dar-nos todos os reencontros que nos estiverem destinados.





7 Comentários:
Oh minha amiga...como sei exactamente o q queres dizer, o q sentes.
Um beijo
Um abraço
É desta que fala?
1
http://www.youtube.com/watch?v=20L5EZzoEVM
2
http://www.youtube.com/watch?v=TWU3RFIhxc4
- - - - - - - - -
(Eu sei que não!)
(Parabens)
muito bonito... não sei o que te toca, mas vê-se que cria sinfonias...
E porque às vezes são as escolhas que nos escolhem...
Em música de um movimento que dança para... ...que a vida continue a dar-nos todos os reencontros que nos estiverem destinados
Um abraço
Alice
Gosto de escrever para mim, partilhando, quando a felicidade me inquieta, ainda que por breves minutos.
Desta vez, tornei a pensar escrito.
Bj para cada um.
Oh !!!
Como me custa....
Como me custa « sentir » o que escreves.
Beijinho minha querida
Mulemba
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