Casas quase centenárias na baixa de Luanda
Resistência patrimonial (des)organizada*

Esta vai-se aguentando
(Talvez os donos sejam outra vez donos, ou
nunca tenham "basado".)

Esta, "nem por isso"...
(Temo por ela. É lindíssima. Talvez a mais
bela de todas. No rés-do-chão era a antiga
Pharmácia Popular.)

Esta então...
(Devem estar à espera que se justifique a
demolição.)
* Quem se lembra do chavão pós-dipanda "Resistência Popular Organizada" contra o inimigo internacional??

Esta vai-se aguentando
(Talvez os donos sejam outra vez donos, ou
nunca tenham "basado".)

Esta, "nem por isso"...
(Temo por ela. É lindíssima. Talvez a mais
bela de todas. No rés-do-chão era a antiga
Pharmácia Popular.)

Esta então...
(Devem estar à espera que se justifique a
demolição.)
* Quem se lembra do chavão pós-dipanda "Resistência Popular Organizada" contra o inimigo internacional??





3 Comentários:
Ao ler este artigo tive uma ideia que se converteu instantaneamente em dúvida - seria adequado arrasar todas estas 'casas do colono' e edificar umas chinesices em seu lugar?
(chinesices sem sentidopejorativo ou jocoso - leia-se coisas de chinês, casas feitas por chinês...)
De uma cajadada matavam-se dois coelhos
1 assumia-se e levava-se a bom termo o processo de limpeza final do vestígio colonial;
(rais part'o tuga!)
2 dava-se seguimento ao novo 'vestígio' de que 'a maria de pequim' (aquilo, lá em cima, no lugar do blindado sóviético...) é um monumental hêzemplo.
(viv'o estado moderno!)
Desculpe se me falta sensibilidade ou acuidade para algum detalhe menos evidente.
O que é que acha?
Lá como cá, emparedar com tijolos e aguardar que cheguem os patos bravos... Um bom fim de semana.
Pirata: Acho que estás cada vez mais dentro do espírito humorístico da coisa.
É por aí... ehehehehe.
Anónimo: Pois... esta prática não é exclusividade nossa.
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