Dezembro de 2006. E vai mais um.

(Clicar sobre a foto para ampliar)
Naquele tempo, Agostinho Neto inventou o Dia da Família.
Os católicos espernearam, enfurecidos, despeitados. Os meus pais acharam bem! Eu achei graça.
Um dia, timidamente, arriscámos inventar uma árvore com pernadas de casuarina apanhadas na ilha. Ficou feia, coitada, mas ostentava os enfeites do tempo colonial, que brilhavam num país novo, à procura do rumo certo. Na época, o nosso país (!); hoje cada vez mais deles...
Então hoje, não acho piada nenhuma ao Natal (pronto, já cá faltava este meu discurso habitual). E aqui em Angola, ainda menos.
Não sei porque será, mas esta foto.... aviva-me a memória.
Mais alguém verá o mesmo que eu vejo?





5 Comentários:
Por estas e por todas as razões mercantilistas que tomaram conta da data, todos o vimos, amiga...
PHWO
belíssimo...
vê sim...sempre alguém vê.
bom feriado.
beijos carinhosos
della
de certeza que ninguém vê o mesmo que tu. cada um de nós vê pelos seus próprios olhos e do modo como aprendeu a ver. não há dois modos iguais de ver. fica bem, aí no calor.
Eu.
Mesmo não tendo 'natal'...
(Um abraço)
Entre
Binoche_RTP1 e Amarcord_RTP2
mon coeur balance
HOJE! 22h45 e 00h30, respectivamente
(se 'cá' estiver...)
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