VALE A PENA VER!
- Teatro/Dança em Évora -
De 2 a 28 de Outubro de 2006

NuIsIs ZoBoP: ABBADON e SHE WILL NOT LIVE 1 em Evora
ABBADON
Criação/ Direcção: Hugo Calhim Cristóvão
Texto: Hugo Calhim Cristóvão
Criação/ Performance: Paula Cepeda Rodrigues
SHE WILL NOT LIVE (part one)
Criação/Direcção: Hugo Calhim Cristovão
Criação/Performance: Joana von Mayer Trindade
--------------------------------------------------------
Fui, há dois dias, ver as peças dirigidas pelo Hugo. Ainda hoje há algo que me escapa para poder fazer uma apreciação completa (isto existe?).
Descrever aqui o que vi no pequeno compartimento completamente fechado e povoado de desenhos-símbolos, onde a Paula nos prende durante quase uma hora, seria revelar algo que só é permitido sentir-se em presença da actriz/performer e na clausura do espaço escolhido.
Para além da excelente direcção e interpretação, há um texto que desafia, incomoda, agride e fala do amor, das memórias das coisas e das pessoas.
Na segunda peça, há a Joana. Lindíssima na sua pele alva que vai metamorfoseando com molas de madeira, baton vermelho, alcool e uma bata roxa.
Ao contrário do título escolhido, eu atrever-me-ia a dizer: She will live, ou she lives e com ela somos transportados ao universo das máscaras. Quantas temos cada um de nós?
Todas e mais essa que tiramos para perceber o excelente trabalho do Hugo, da Joana e da Paula.
De 2 a 28 de Outubro de 2006

NuIsIs ZoBoP: ABBADON e SHE WILL NOT LIVE 1 em Evora
ABBADON
Criação/ Direcção: Hugo Calhim Cristóvão
Texto: Hugo Calhim Cristóvão
Criação/ Performance: Paula Cepeda Rodrigues
SHE WILL NOT LIVE (part one)
Criação/Direcção: Hugo Calhim Cristovão
Criação/Performance: Joana von Mayer Trindade
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Fui, há dois dias, ver as peças dirigidas pelo Hugo. Ainda hoje há algo que me escapa para poder fazer uma apreciação completa (isto existe?).
Descrever aqui o que vi no pequeno compartimento completamente fechado e povoado de desenhos-símbolos, onde a Paula nos prende durante quase uma hora, seria revelar algo que só é permitido sentir-se em presença da actriz/performer e na clausura do espaço escolhido.
Para além da excelente direcção e interpretação, há um texto que desafia, incomoda, agride e fala do amor, das memórias das coisas e das pessoas.
Na segunda peça, há a Joana. Lindíssima na sua pele alva que vai metamorfoseando com molas de madeira, baton vermelho, alcool e uma bata roxa.
Ao contrário do título escolhido, eu atrever-me-ia a dizer: She will live, ou she lives e com ela somos transportados ao universo das máscaras. Quantas temos cada um de nós?
Todas e mais essa que tiramos para perceber o excelente trabalho do Hugo, da Joana e da Paula.





1 Comentários:
Acabo de chegar de Évora onde assisti, ontem a estas duas peças encenadas pelo Hugo Cristovão.
Recomendo vivamente que ganhem tempo ao ir vê-las.
Excelente!
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