E então?
... então encontrei-o deitado de bruços sobre o sonho.
Fingia estar ali, mas não. Dormia e o seu corpo contorcia-se. Inteiro. A boca semi-abera parecia um filme mudo... em suave branco e negro, os olhos sem pálpebras.
Encontrei-o. Ali. A tristeza esvaindo-se-lhe nos bolsos e os poemas encharcados em nada.
A garrafa partira. Lá dentro um grito enfeitava (-te); evaporando-te nos sons da terra.
A ilha. A pista. Pterodactilos voando de bruços sob o – teu – sonho.
E tu.
Fingia estar ali, mas não. Dormia e o seu corpo contorcia-se. Inteiro. A boca semi-abera parecia um filme mudo... em suave branco e negro, os olhos sem pálpebras.
Encontrei-o. Ali. A tristeza esvaindo-se-lhe nos bolsos e os poemas encharcados em nada.
A garrafa partira. Lá dentro um grito enfeitava (-te); evaporando-te nos sons da terra.
A ilha. A pista. Pterodactilos voando de bruços sob o – teu – sonho.
E tu.





3 Comentários:
Surreal...mas belíssimo!
Um beijinho para ti
Nelsinho
Na ilha só se ouvia o som do mar
Pois na ilha se ouvem a água que banha as belas e brancas areias e sempre matizada pelo simpático barulho das gaivotas e dongos prenhes de bom peixe.
Obrigado cara sanzaleira por ter deixado o link da Casa de Angola que me esqueci de todo.
Bjs
Eugénio "Lobitino" Almeida
Enviar um comentário
Hiperligações para esta mensagem:
Criar uma hiperligação
<< Página inicial