Desculpa tomar o teu texto emprestado...
Assim, escuso de escrever as mesmas palavras duas vezes. Obrigada.

«Puxa, que saudades de muitas coisas. O tempo é sempre uma luta para alguns. Para os que não querem envelhecer, para os que têm medo do futuro, para quem não quer a mudança.
Se pudesse voltar o tempo atrás, queria ver tudo de novo, queria viver tudo outra vez, queria sentir mais uma vez. Amar tudo do princípio...
De repente... as imagens da Angola de há muito pouco tempo, mas que se dilui no nada cada vez mais forte. Desta Angola com novas pessoas de vontades materializadas e onde o dinheiro é o que importa. Valores que mudaram drasticamente, ou porque se calhar, eu não sabia ver isso antes.
Que saudades de Angola, que saudades! Um buraco em mim!»
Nota: Este texto foi escrito por um amigo meu, nascido pouco tempo antes da independência e, portanto, criado, crescido e vivido na Angola pós-1975.

«Puxa, que saudades de muitas coisas. O tempo é sempre uma luta para alguns. Para os que não querem envelhecer, para os que têm medo do futuro, para quem não quer a mudança.
Se pudesse voltar o tempo atrás, queria ver tudo de novo, queria viver tudo outra vez, queria sentir mais uma vez. Amar tudo do princípio...
De repente... as imagens da Angola de há muito pouco tempo, mas que se dilui no nada cada vez mais forte. Desta Angola com novas pessoas de vontades materializadas e onde o dinheiro é o que importa. Valores que mudaram drasticamente, ou porque se calhar, eu não sabia ver isso antes.
Que saudades de Angola, que saudades! Um buraco em mim!»
Nota: Este texto foi escrito por um amigo meu, nascido pouco tempo antes da independência e, portanto, criado, crescido e vivido na Angola pós-1975.





3 Comentários:
;-) A foto ficou fixe! Buééééé!!!! :-))
Algo triste, mas bonito. Bonita reflexão! Mas o tempo não para e tudo muda, nem sempre para melhor.
O importante é não abandonar o sonho. Isso nunca!
Concordo contigo... nas saudades.
Tenho saudades da minha Angola, de sentir o seu cheiro a terra molhada, dos cajús, das acácias em flor, enfim... de tudo o que me recorda os anos felizes da minha infância, da minha adolescência, do meu primeiro amor (puramente platónico).
Da Angola actual pouco sei, infelizmente. As saudades são muitas, mas a coragem para a voltar a abraçar ainda não foi suficiente. Talvez um dia...
Até lá, vou espreitando e partilhando os pensamentos contigo, com todos vós.
Aquele abraço
Cilita
Enviar um comentário
Hiperligações para esta mensagem:
Criar uma hiperligação
<< Página inicial