Segunda-feira, Abril 25, 2005

Abril

Nada daqui me tem lembrado a tua pessoa na qual, de resto, nunca havia reparado.
Nem o mar, nem os edifícios, nem sequer a cidadela ou a casa do desportista, nada me devolve recordações nunca vividas.
Da cor dos cravos, apenas as acácias em flor.
Da Árvore, apenas dois corpos nespereiras. Envolvidos (no silêncio de um jardim), mas em dança; seduzindo… a audiência.
No computador... “O piano” que volta sempre.
É Abril.
Tive saudades (de uma fantasia acReditada e moRta).

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