Quinta-feira, Março 03, 2005

Moral da estória: A imoralidade completa(-se)

... E do alto da sua torre, o vampiro mor brincava às kroni ketas e en kantava.
A música era ensurdecedoramente hilariante.
Estúpidos e estúpidas, inteligentes e mais lentos, feias e bonitos, novos e nem tanto, Édipos e Jocastas, malhões e malhoas e até azuis e cor de rosa, rendiam-se em manifestações diversas à prosa in cómoda guardada nesta peça de mobiliário e noutras, escondidas nos mais inter(fe)ri(d)ores lugares do edifício onde um padre mutante arrankava as mais explícitas confissões (ou con fissuras?).
«Penitenciem-se malvados! Para castigo vomitem em público as vossas falidas manifestações de nudez de humor. Enfiem baleizões (ou labeizões) na testa (Dahhhhhh) e deixem-nos escorrer lambidamente (languidamente também dá!) pelas vossas ímpias mente rosas.
Isso! Façam o que eu quero e ponham o pescoço a jeito, pois nada me impedirá de provar (como se degusta o vinho, cuspindo a seguir) o vosso sangue.»

Depois, o chapéuzinho, comeu o lobo mau e comeu a avó!...
(Sukuama! Porque teria, também esta estória de acabar mal?)

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