«Histórias de Encantar» III - O Gajo das Botas
Era uma data de vezes e ele não descalçava as botas, nem por nada.
É que aquilo de andar no líquido escuro não era fácil... de largar. E aquelas botinhas ficavam-lhe mesmo a matar, tantos eram os sustos que apanhava e calaquentes que sentia.
Não! Era uma vez... que foi de vez. Foi quando a sexy madrasta, cassumbulou a Cinderella. Aliás, meteu-a num chinelinho de cristal.
- Olha, tu nunca, mas nunca terias sorte com o principe. Pudera! Com essa abóbora em que te deslocas. Ainda se fosse um avião...
- Mas... madrasta, ele prometeu amar-me para sempre...
- Isso foi o que disse o Albrecht ao cisne branco, mas quando viu a outra... aquela... mais «morena»... Foi a morte do primeiro!
- Mas então... se tu ficas com o gajo das botas, eu perco a hipótese de me transformar em Gata Roubalheira? (Pronto... Escolho o Ali Babá...)
- Yá, minha (a madrasta está a mascar aquele tabaco que vai cuspindo para dentro de uma lata de Fanta. Vê-se que está com... esperanças). Mas com sorte ele pode sempre fazer de ti gato sapato! Ahahahahahahah! (aquela gargalhada das madrastas más). E não te esqueças que esse Ali tem uma série de amiguinhos... hã?
Era então uma vez (ou outras) que o tal que andava no líquido escuro e viscoso que se lhe colava aos bolsos, visitava as princesas de todas as estorietas infantis para adultos. E não deixava nenhuma folha para trás! Devorava os livros...
Era irresistível, cheirando a Drak'ouro Negro, com gravata e boxers daquele tecido verde com motivos de Washington com peruca.
Era mesmo um engatatão. Enganador... Mas um gato. Um gatão!
- Ó lacaio, traz ainda os despachos para eu escolher umas luvas a condizer com as minhas botas!
Foi assim que ele ficou rico e viveu feliz para ... Enfim, viveu feliz até ver.
(Já estão à porta do palácio os caçadores que mataram o lobo mau...)
Moral da história: Em casa do Ferreira, espeta-lhe (mesmo) o pau! (a ver se ele bate as... botas)
É que aquilo de andar no líquido escuro não era fácil... de largar. E aquelas botinhas ficavam-lhe mesmo a matar, tantos eram os sustos que apanhava e calaquentes que sentia.
Não! Era uma vez... que foi de vez. Foi quando a sexy madrasta, cassumbulou a Cinderella. Aliás, meteu-a num chinelinho de cristal.
- Olha, tu nunca, mas nunca terias sorte com o principe. Pudera! Com essa abóbora em que te deslocas. Ainda se fosse um avião...
- Mas... madrasta, ele prometeu amar-me para sempre...
- Isso foi o que disse o Albrecht ao cisne branco, mas quando viu a outra... aquela... mais «morena»... Foi a morte do primeiro!
- Mas então... se tu ficas com o gajo das botas, eu perco a hipótese de me transformar em Gata Roubalheira? (Pronto... Escolho o Ali Babá...)
- Yá, minha (a madrasta está a mascar aquele tabaco que vai cuspindo para dentro de uma lata de Fanta. Vê-se que está com... esperanças). Mas com sorte ele pode sempre fazer de ti gato sapato! Ahahahahahahah! (aquela gargalhada das madrastas más). E não te esqueças que esse Ali tem uma série de amiguinhos... hã?
Era então uma vez (ou outras) que o tal que andava no líquido escuro e viscoso que se lhe colava aos bolsos, visitava as princesas de todas as estorietas infantis para adultos. E não deixava nenhuma folha para trás! Devorava os livros...
Era irresistível, cheirando a Drak'ouro Negro, com gravata e boxers daquele tecido verde com motivos de Washington com peruca.
Era mesmo um engatatão. Enganador... Mas um gato. Um gatão!
- Ó lacaio, traz ainda os despachos para eu escolher umas luvas a condizer com as minhas botas!
Foi assim que ele ficou rico e viveu feliz para ... Enfim, viveu feliz até ver.
(Já estão à porta do palácio os caçadores que mataram o lobo mau...)
Moral da história: Em casa do Ferreira, espeta-lhe (mesmo) o pau! (a ver se ele bate as... botas)





1 Comentários:
«Ou então em casa de pau, ferreiro de espeto. ou seja acaba-se com o muadiê.»
Enviado por José em janeiro 13, 2005 01:59 PM
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