Cinturão das FÁPULA
Para fazer concorrência a tasca ali do lado hoje vou "abrilhantar" com uns pitéus que tínhamos mesmo que pankar para não "parar" com a fome.
Pensando bem, até nem há muito a dizer, pois durante anos e anos era sempre: «cinturão das Fápula» com arroz branco ou o próprio arroz branco com «cinturão das Fápula» frito.
"Tão a ver quem é esse cinturão, né? Yá, é esse mesmo, o «mais afamado» peixe espada. Era de tal maneira divulgado, que não se comia outra coisa. Estava na moda! Como prato de carne, havia mais variedade.
Fiambre em lata, daquele que na tuga barram com mel e põe no forno. Esse mesmo. Cor de rosa, triangular com os cantos arredondados. Esse fiambre, assim, também sofria nas mãos das cozinheiras que, mais criativas, não podiam ser. Bifes de fiambre, fiambre no forno com óleo (azeite, já era), fiambre com espaguete e ainda... fiambre guisado com?... arroz branco, é claro!Agora que estou a descrever as ementas, até parece que as saudades me estão a trazer o (mau) gosto de uma merendinha que saía nas lojas do povo, dentro de umas latinhas com quadradinhos azuis claros e brancos. Estão a ver essa? Yá, essa então também deslizava em bifes, no forno, com espaguete e guisada. Sempre com o tal arroz! (Às vezes também avançava com mandioca).
Por fim (seria imperdoável esquecer-me) vou lembrar aqueles frangos moles que vinham numas latas cilíndricas. Parecia comida de criança. Eram tão moles que até se comiam os ossos. Esses eram "malaike". Não dava para inventar; ficavam em papa por tudo e por nada. Era só por no forno, bem quente, para ganhar lá um bocado de consistência tipo torrado.
Quem não gostasse, ia comer arroz com arroz na casa do vizinho, porque o acompanhamento era, certamente, o tal cinturão... das Fá?... Fá-pu-las!
Pensando bem, até nem há muito a dizer, pois durante anos e anos era sempre: «cinturão das Fápula» com arroz branco ou o próprio arroz branco com «cinturão das Fápula» frito.
"Tão a ver quem é esse cinturão, né? Yá, é esse mesmo, o «mais afamado» peixe espada. Era de tal maneira divulgado, que não se comia outra coisa. Estava na moda! Como prato de carne, havia mais variedade.
Fiambre em lata, daquele que na tuga barram com mel e põe no forno. Esse mesmo. Cor de rosa, triangular com os cantos arredondados. Esse fiambre, assim, também sofria nas mãos das cozinheiras que, mais criativas, não podiam ser. Bifes de fiambre, fiambre no forno com óleo (azeite, já era), fiambre com espaguete e ainda... fiambre guisado com?... arroz branco, é claro!Agora que estou a descrever as ementas, até parece que as saudades me estão a trazer o (mau) gosto de uma merendinha que saía nas lojas do povo, dentro de umas latinhas com quadradinhos azuis claros e brancos. Estão a ver essa? Yá, essa então também deslizava em bifes, no forno, com espaguete e guisada. Sempre com o tal arroz! (Às vezes também avançava com mandioca).
Por fim (seria imperdoável esquecer-me) vou lembrar aqueles frangos moles que vinham numas latas cilíndricas. Parecia comida de criança. Eram tão moles que até se comiam os ossos. Esses eram "malaike". Não dava para inventar; ficavam em papa por tudo e por nada. Era só por no forno, bem quente, para ganhar lá um bocado de consistência tipo torrado.
Quem não gostasse, ia comer arroz com arroz na casa do vizinho, porque o acompanhamento era, certamente, o tal cinturão... das Fá?... Fá-pu-las!





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