Segunda-feira, Fevereiro 08, 2010

Angolachelys Mbaxi

Outra coisa fantástica que não tem nacionalidade: o terreno de investigação.
Não é meu, não é teu, é de quem o (quiser) descobrir; é para enriquecer o património mundial.


Paleontólogos portugueses descobriram o fóssil duma nova espécie de tartaruga, com 90 milhões de anos, durante uma expedição científica a norte de Luanda, anunciou hoje em Lisboa fonte da Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade Nova de Lisboa.

Em comunicado enviado à Lusa, salienta-se que a descoberta, ocorreu em Abril de 2005 nas rochas cretácicas a norte de Luanda pelo paleontólogo Octávio Mateus, da Universidade Nova de Lisboa e do Museu da Lourinhã, e o estudo contou com a participação de paleontólogos de Portugal, Estados Unidos, Angola e Holanda.

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Domingo, Fevereiro 07, 2010

Pratos tradicionais: Funjada à angolana!

... para descobrir que a "Globalização" afinal tem séculos de idade!



Depois de um matabicho onde se aprecia uma boa caneca de chá de origem Asiática (e trazido pelos portugueses para a Europa onde era, inicalmente degustado apenas pela realeza e classes mais abastadas) com pão que encontrou a sua primeira versão há cerca de 6000 anos na Mesopotâmia, aquando do cultivo do trigo, vamos deitar mãos à preparação do almoço.

RECEITA: Muamba de galinha

Corta-se e lava-se uma galinha (os primeiros povos a ter galinhas domesticadas terão sido os antigos coríntios, na Grécia A.C.) e tempera-se com sal (cuja história conta ter começado a ser extraído pelos chineses e usado há mais de 5.000 anos na Babilónia e Egipto), alho de origem Asiática e jindungo oriundo das Caraíbas.
Faz-se um refogado (trazido pelas donas de casa metropolitanas) com cebola picada de origem Centro-asiática, óleo de palmeiras trazidas da África Oriental e põe-se a galinha na panela (se for feito em fogão a gás inventado pelo inglês James Sharp é mais rápido).
À parte, cozem-se e pisam-se os bagos de dendém (fruto das tais palmeiras vindas da África Oriental), separando-se os caroços. Para se obter este polme, junta-se água morna, espreme-se e côa-se. Por fim, junta-se esta massa à galinha, deixando-se cozer bem. Junta-se a abóbora nativa da América Latina (provavelmente México), cortada aos cubos, os quiabos originários do Continente Africano (e levados para o Brasil pelos escravos) e deixa-se acabar de cozer.
A muamba acompanha-se com funji, preparado com farinha de mandioca originária da América do Sul e trazida pelos europeus, cozida em água a ferver e batida até ficar sem "borbulhas".

À sobremesa pode sempre comer-se uma banana originária do Sudoeste Asiático, uma manga nativa do Sudoeste da Índia ou uma fatia de mamão com origem no Sul do México.

Bebidas? Sumo de caju originário do Brasil e levado pelos portugueses para a Ásia e para África ou sumo de tamarindo, fruto originário das Savanas Africanas.

TEMA PARA O CAFÉ (planta originária da Etiópia, levada para a Europa, depois do seu consumo passar pela Pérsia, e introduzido nas ex-colónias portuguesas através do Brasil): O que é "NOSSO"!

É engraçada a história das origens e a forma fantástica como os povos (todos eles) se vão apropriando e adoptando (fazendo seus) produtos, hábitos, materiais, sinais culturais, objectos, pensamentos e tantos outros etecéteras mais...

Assim sendo, a minha esperança é que, uma vez percebido (e aceite a ideia, de forma saudável e descomplexada!) que os actuais traços e espaços identitários - tão intrínsecos e indeléveis - são produto de trocas, absorções ou adopções, se aceitem outros elementos "importados" (ou retirados, porque não?) do património universal como parte integrante das novas formas culturais angolanas, como o são já a nível do vestuário, da escrita, da gastronomia, da perfumaria, da economia, dos transportes e da tecnologia.

Sopro da cozinha: - Ei! Ouvi dizer que um povo esclarecido é perigoso. Não se engasguem. Vai um golo de kisangwa de ananás de origem sulamericana e uns bagos de jinguba nativa da América do Sul e difundida do Brasil para África através dos europeus só no século XIX? Glup!...
Também há os sabichões quadrados e tendenciosos com as suas teorias esdrúxulas e afuniladas. De que terão medo esses complexados tão desesperadamente inseguros?
(OK! Para não falar mais, já enchi a boca de batata doce assada e originária das Américas Central e do Sul).
LOL. :-o

Sábado, Fevereiro 06, 2010

Homens diferentes (?), coragens distintas

... Quantas "raças" e respectivas "identidades"?
E que intenções?


Dr. Carlos Moore, autor de Castro, the blacks and Africa

Ler (e ouvir) Aqui
Ler (também) Aqui


Dr. Chika Onyeani (editor do African Sun Times), autor de Capitalist Nigger

Ler Aqui

Quinta-feira, Janeiro 28, 2010

É do tipo canoso, porém... danoso! ;-)))


Normalmente, a esquizofrenia não é previsível. De repente está-se bem... De repente não se está.
É o que estranho na vil criatura: sendo 'esquizoide' é tão previsível. Coitadit@...
Ou será que eu estou cada vez mais arguta? (Ehehehehheheeh).
Divirtam-se que eu ainda estou, danada (!), em 'Can'.

Quinta-feira, Janeiro 14, 2010

Quando poisar a última carga...


... será ...

Daqui

Segunda-feira, Janeiro 11, 2010

CAN


... we do it?

Sexta-feira, Janeiro 01, 2010

Lá vamos nós para 2010....


Cá estamos nós em 2010
(ou seja, não saímos do lugar....)

Quinta-feira, Dezembro 24, 2009

Recebi e 'reenvio' ;-)

Bom Dia da Família!



O menino (Jesus?) que saiu das 'cascas' (caixas?)

Terça-feira, Dezembro 15, 2009

Quando voltar ao(s) clássico(s) pode ser = "Progresso"


Luanda, 1985

Como são as coisas!...
Há uns (bons) anos atrás, quando a foto acima foi tirada, era um crime a Escola de Dança, entre outras disciplinas, ensinar dança clássica (disciplina obrigatória em qualquer escola para o ensino formal da dança e formação de bailarinos).

Hoje, em 2009, temos orgulho destas crianças:

"... são crianças, vivem no município da Samba e estão sempre de sorriso aos lábios.
uns estudam de manha e praticam o seu instrumento de eleição de tarde, outros fazem o contrário, já deram alguns concertos e é com orgulho que o cota F fala do seu projecto.
eles são a Orquestra Sinfónica do Kaposoka..."
- Salucombo Jr.




Luanda, 2009

Fico (sinceramente e sem os sarcasmos habituais) feliz.
Na época eu já tinha razão, apesar das ameaças e "advertências"!
Demorou, mas chegou o dia. Meninos angolanos aprendendo e tocando violinos e violoncelos!
É um passo... Ninguém tem o direito de decidir, pelos outros, o que é bom ou mau, interditando-lhes o acesso seja ao que for. Há que proporcionar o direito a conhecer, a praticar, para que a escolha seja consciente e as opções feitas "com conhcimento de causa".

(É claro que este passo, uma iniciativa privada, não significa que em muitas cabeças ainda se aninhem baralhadas minhocas de medos, complexos e problemas mal ou não resolvidos)

Sexta-feira, Dezembro 04, 2009

António Ole

Um dos nossos melhores (sem duvidas!...)

Quarta-feira, Novembro 25, 2009

Pérola a pérola, enchem os "expertos" o papo...

Na Noruega o plágio é, seguramente, um crime punido com severidade, pelo que poucos ou ninguém se atreverá a cometê-lo.

Entretanto, em Angola...

Olhem-m'esta (pérola/kamanga que me chegou às mãos)! A empresa norueguesa Hydro meteu água. Ehehehehhe!... (não tem graça nenhuma)

Era uma vez, duas "expertas" norueguesas que decidiram vir tentar a sua sorte em Angola, paraíso de tolos (terão pensado as tais damas). São elas Sonja A. Skaug, ceramista e Unni Skogen, com 'formação em antropologia social [não deve ter passado do 1º ano] e design' as quais, sob a chancela da Hydro (sempre o mesmo líquido sujo e pegajoso) publicam, com todo o descaramento, o livro Sona, prometendo "continuar a apoiar o Museu do Dundu na investigação da tradição 'Sona' da região Lunda" (p. 12). Uma idiotice que se torna mais insólita quando elas referem que o fazem "como um sinal de respeito a ambos [Redinha e Fontinha]".

Vai daí e toca de ir ao Museu de Nacional Antropologia, em Luanda, fotocopiar o livro de Mário Fontinha Desenhos na areia dos Quiocos do Nordeste de Angola e praticar, impunemente, um dos maiores crimes contra a propriedade intelectual, o plágio. Resultado: Nunca foi tão fácil escrever um livro!


O original de Mário Fontinha

Muito atraente por fora (e luxuoso, com capa rígida e tudo!), igualmente recomendado a quem quer saber sobre a cultura em Angola e vastamente comentado por 'estudiosos' que, pelos vistos, possuem algumas debilidades no que respeita à bibliografia sobre a cultura angolana (para não repetir a temida palavra ignorância), este livro é tão vergonhoso como as autoras que o 'nasceram' (ou 'clonaram').


A cópia/crime de S. Skaug e U. Skogen

Pasmem e acreditem, se quiserem, mas as imagens (sona) são exactamente as mesmas (até o número de pontos é igual, coisa rara). Ora, estes desenhos não podem ter sido recolhidos recentemente, muito menos em um mês pois, se por um lado, desenhar na areia é uma prática mais ou menos privada, por outro, e infelizmente, é uma prática que está em extinção. De igual modo, e sendo estes desenhos um suporte ideográfico da oratura, não podem existir dois desenhos exactamente iguais, tal como as histórias não são sempre contadas com as mesmas palavras.

Portanto, o pior de tudo acaba por ser os textos correspondentes a cada desenho; não apenas são (mesmo) CÓ-PI-A dos recolhidos por Fontinha, como alguns estão dispostos na mesma ordem em que o autor original as organizou.

A grande DIFERENÇA é que o Dr. Mário Fontinha, como investigador sério que era, refere - em oito (!) páginas (da 296 à 304) - os nomes de todos os executantes de desenhos na areia que com ele colaboraram (na sua maioria grandes sobas e seus filhos) e os lugares onde os mesmos foram recolhidos, o que não acontece no livro das 'norueguesas' (então, dona antropóloga, os diplomas estavam em saldo?), onde não se refere um único nome e se atira um agradecimento genérico a 'todos os akwa kuta sona' (quais?). Mas esta referência não poderia acontecer pois nem as pessoas que trabalharam com Fontinha (já falecidas, na sua maioria) nem outras existiram nesta 'farsa' pesquisa, bem como não existiu campo de trabalho, a não ser o livro de M. Fontinha fotocopiado de um museu em Luanda.

É claro que toda a gente se animou com o livro e o recomendou ou ofereceu como presente de Natal aos amigos. Mas ninguém percebeu que era "obra" de duas malucas (a que se diz antropóloga ainda mais que a pintora que só recopiou - sem qualquer criatividade - os desenhos e lhes deu cor e uma moldura muito "afro-étnica") aproveitadoras a tentar convencer-nos que "... a fascinante colecção do museu em desenhos na areia e suas fábulas foi indispensável à nossa [delas] investigação" tal como referem no 'Agradecimento'.

Investigação!?? Apoiar o Museu do Dundu com cópias e nada de novo!?? Francamente!!!!!
Alguém ainda precisa de um par de óculos? (Para o caso de... ninguém se lembrar, entretanto de reeditar a obra original.)

Terça-feira, Novembro 24, 2009

E por falar em pérolas...

... é o que não falta neste relicário cultural.


A ESSO, distinta empresa petrolífera, quis mostrar que, para além de ajudar a fazer buracos de onde jorra aquele líquido "sujo" e "pegajoso" que conhecemos, contribui imenso para o desenvolvimento cultural do país.

Vai daí e pimba!, resolveu financiar a publicação de um luxuoso album sobre instrumentos musicais tradicionais de Angola que, apesar do pomposo nome, não passa de um catálogo de peças do Museu Nacional de Antropologia, com belíssimas fotos (justiça seja feita ao jovem fotógrafo) e textos de levar os dedos à garganta.
Nada tem de enquadramento ou contextualização sociológica. Nada tem de reflexão de qualquer espécie. Apenas pequenos apontamentos descritivos sobre cada peça, sem quaisquer preocupações sequer em uniformizar a escrita das palavras nas distintas línguas nacionais, por exemplo.

Os erros, de natureza diversa, vão desde a falta de rigor ortográfico à falta de rigor antropológico, falando-se indistinta e arbitrariamente em tribos (!!!), etnias, etc. para designar as diversas formações socio-culturais ou os grupos etnolinguísticos angolanos. Mas há mais! Os nomes de alguns dos instrumentos estão mal grafados e, em alguns dos casos, errados!
Mas não admira pois, entre os nomes a quem se agradece, não consta um único etnomusicólogo, estudioso de questões musicais ou mesmo alguém que tenha efectuado um trabalho etnográfico rigoroso. No entanto, apresenta uma parangonha inicial pretensiosa sobre o processo de "investigação", à guisa de (gosto desta expressão!), ou a brincar ao "trabalho científico".





As cerejas no topo do bolo são o facto do livro não ter autor (à excepção da apresentação do organizador do livro, nenhum dos textos é assinado, nem o prefácio!) e... o glossário que é a maravilha das maravilhas! "Baseado" (LOL) no Glossário do Museu da Música / Roteiro do Instituto português dos Museus e no Atlas de Música de Ulrich Michels, está explicada a inclusão de termos como: oitava, longitude vibrante, acorde, barítono, cavalete, sopranino ou outras, que nada têm a ver com os instrumentos em questão e que nem aparecem nos textos.

Com uma bibliografia onde constam investigadores de renome como G. Kubik, J. Redinha, R. de Candé, C. Sachs e C. Neto ou V. Kajibanga, este livro não lhes faz qualquer justiça. Talvez a principal inspiração deste(s) autor(es) anónimo(s) tenha vindo de um livrinho intitulado O Maravilhoso mundo da música / Uma alegre viagem de descobertas ao mundo musical, que também consta das referências bibliográficas.

Mas .... vá lá.... algumas coisas estão bem. Devem ser as "copiadas"!

Segunda-feira, Novembro 23, 2009

O 'rigor' dos nossos curiosos


... ou o reles(zito) linguajar da atrevida (e santa; porque não?) ignorância...

É demais!!!!
Esta mania de toda a gente se pronunciar sobre tudo, e a forma leviana como se resumem e circunscrevem os assuntos à deficiente e limitada informação de quem escreve, é absolutamente enervante.
Reduzir a dança e a música em Angola - classificáveis em distintos géneros e estilos - aos "clichés" (de prática não representativa nem generalizada a todas as formações e regiões culturais do país) do Carnaval, da Rebita, do Kuduru e do Semba, não só revela uma total ignorância sobre tão vasto e diversificado património, como é uma repetição triste da "folclorização" da nossa cultura, à semelhança do que se fazia no tempo colonial, para estrangeiro desconhecedor ver.
Até aqui... tudo mal! Mas num site oficial do país... ainda pior!!!
(Isto para não falar da página cultural que abre com explicações sobre a Welvitchia e o Imbondeiro, passando de seguida para um saco onde se junta a escultura, o artesanato, o falacioso 'Pensador', o "príncipe da civilização" Cibinda Ilunga e umas informações, igualmente "manhosas" sobre máscaras, referindo algumas em marfim, coisa jamais vista em Angola.)

Protesto! (Embora de nada sirva...) »:-[
Mas "pérolas" como estas devem ser partilhadas, pelo que...... aqui vai:

"... Segundo alguns pesquisadores, a origem do semba situa-se na massemba (umbigada) e no lundu*, de origem portuguesa. Dançada a pares, com passadas distintas dos cavalheiros, seguidas pelas damas em passos totalmente largos onde o malabarismo dos cavalheiros conta muito a nível de improvisação."

"Já o Kuduro é a fusão da música batida, com estilos tipicamente africanos, criados e misturados por jovens Angolanos, adaptando-se a forma de dançar que é soltar a anca para os lados em dois tempos."

E mais adiante...

"A Rebita é um género de música e dança de salão angolana que demonstra a vaidade dos cavalheiros e o adorno das damas. Dançada em pares em coreografias coordenadas pelo chefe da roda, executam gestos de generosidades gesticulando a leveza das suas damas, ao compasso da massemba."

No mínimo hilariante!!!!

(Hã??? Não se pode dizer isto? Já disse. Ehhehhehh)

* Disparate enorme!!! (entre outros, neste mesmo texto) O lundu NÃO é de origem portuguesa, mas sim africana (e muito possivelmente angolana), levada para o Brasil pelos escravos. A dança europeia (não necessariamente portuguesa) que poderia ter sido referida era a 'quadrilha' (francesa)

Domingo, Novembro 22, 2009

Mortos, comezainas e empresários de sucesso!!!!



"Não vais ao óbito do primo da nossa colega?"
"Ai, quem era o gajo? Afinal morreu!?"
"Ya, baza? Parece que lá servem bem! E vai lá estar TODA a gente"
"Porra! Vou chupar e m'enfardar até m'arrebentar!!!!"

A ostentação atingiu, aqui, os mais elevados e inimagináveis níveis do insólito.
Agora, nos óbitos da "gente fina" da terra, há serviço de protocolo para acompanhar governantes, políticos, empresários, etc.
Mas não é só; há também "biufé" com cardápio para uma escolha afinada e confortável.
As mesas e as cadeiras são ataviadas com cetins e laços de tule, muito em voga também em baptizados, bailes de debutantes, lançamentos de livros, palestras e, claro está, em famosos casamentos, onde o próprio carro (jipe ou limusine) se parece com a noiva, de tão "enfeitado".
Pois é verdade o que aqui digo. É "chic" contratar empresas que prestam (e se prestam a) este tipo de "serviços funerários" (ou de apoio funerário?). Negócio é negócio!
Poderia ainda falar das "tualétes" com direito a capelines, véus sobre o rosto, luvas pretas, saias travadas, decotes atrevidos (aqui o clima é tropical!...) e idas a cebeleireiro, não vá dar-se o caso de aparecer, pisando as campas alheias, um bom partido a não perder.
"Despachar" um ente querido em grande não era, afinal, um prática caprichosa e já perdida de antigos egípcios com a mania das grandezas. É agora um hábito não tradicional (fico sempre impressionada com os cetins e com os laços de tule a esconder cadeiras de plástico ou mobília 'espera condição'), mas muito "nosso", cujo contributo para uma certa identidade agora não interessa nada comentar! ;-)
Rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs :-[

Sábado, Novembro 21, 2009

Sal(s)ada com / de tomate(s)


Quinta-feira, Novembro 19, 2009

É só (a)bater...


... mas com cuidado, pois a porta é velha. Ou antiga?... Ou vetusta?...
Seja como for, olhemos bem para ela, pois não tarda nada e...
Puft! Desapareceu!

Quarta-feira, Novembro 18, 2009

Batiam palmas as palmas das palmeiras...


Batiam, sim, porque foram assassinadas em massa.
(Ou será que, de repente, tristes poir verem a Baía ser invadida, morreram todas?...)
Mas não há problema. Bem perto de Luanda, num "viveirinho" ou dois, milhares de palmeiras decorativas estão prontas para substituir estes cotos.
E vindas de Miami!.....
Que "negócio"!... (diriam os nossos amigos brasileiros, cujo léxico considera a palavra 'negócio' com um outro significado)

Sábado, Novembro 14, 2009

Como do dia para a noite...


Já sem cor, os meus olhos procuram aquela que me substituirá.
Dispo-me de ti, vestindo-me de crepúsculo.

BAI - Arte - 2009


A Companhia de Dança Contemporânea de Angola foi a convidada de honra para a cerimónia de abertura, com a peça Oratura... dos Ogros... e do Fantástico.

Sexta-feira, Novembro 06, 2009

Prémio Nacional de Cultura e Artes 2009


O Júri da Edição 2009 do Prémio Nacional de Cultura e Artes, a mais alta atribuição do Estado angolano, decidiu galardoar os seguintes criadores e colectivos:
- Literatura - João Melo. Aqui
- Música: Carlos Burity. Aqui
- Teatro: Colectivo Miragens Teatro. Aqui
- Dança: Grupo "Akixi e Cianda", da província da Lunda Norte. Aqui
- Cinema e Audiovisuais: Não foi atribuído. Aqui
- Artes Plásticas: Núcleo de Jovens de Benguela. Aqui
- Investigação em Ciências Sociais e Humanas: Carlos Serrano. Aqui
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